Principal meta é evitar quedas

iG Minas Gerais | BERNARDO ALMEIDA |

Um dos principais benefícios do inventário para a população belo-horizontina é a capacidade de prevenir quedas de árvores. “Não é que não deixará de cair árvores porque conseguimos identificar os riscos, mas há fatores imprevisíveis. Dependendo do tipo de poda, se vier uma ventania muito forte, aí até árvores saudáveis podem cair. Mas a tendência é que as árvores já com riscos vão sendo ser substituídas, o que diminui tremendamente o número de acidentes”, explica o coordenador da equipe técnica da Ufla, José Scolforo.  

Além de identificar a espécie da árvore, também são coletadas informações como a posição da espécie em relação ao passeio, se é possível para o pedestre andar na calçada, a posição em relação à rede elétrica e a saúde de cada uma delas, como a ocorrência de pragas, doenças, perfurações, podridão, e se as raízes estão expostas.

Resultados. Apesar da grande incidência de quedas, o gerente de projetos especiais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Júlio de Marco, diz que desde o início do levantamento houve avanços, como uma diminuição de 36% dos casos.

“No período chuvoso de 2012 para 2013, nós registramos 626 casos de queda, e de 2013 para 2014, foram 399”, afirma. 

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