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Grandes amigos - Na vernissage de Bernardo Pitanguy, os cirurgiões plásticos Ivo Pitanguy e Carlos Eduardo Leão, trocando ideias sobre arte contemporânea
Arquivo Paulo Bressane
Grandes amigos - Na vernissage de Bernardo Pitanguy, os cirurgiões plásticos Ivo Pitanguy e Carlos Eduardo Leão, trocando ideias sobre arte contemporânea

Ao fundar o Coleguium - hoje um dos mais respeitados grupos de ensino do país - meu irmão Virgílio se apoiou em uma proposta educacional pautada na conciliação dos valores tradicionais do ensino, com metodologias modernas que valorizam o desenvolvimento humano, em uma trajetória de aprendizado denominada “Ensino Estruturado”.

Meus filhos têm, portanto, a sorte de estudar em um colégio que olha para o futuro e fomenta a realização de sonhos.   Infelizmente esta não é a realidade para cerca de 45 milhões de alunos na educação pública. Nossos jovens são penalizados pela baixa qualidade de ensino, a desvalorização dos professores, má gestão, desvios de dinheiro e tantas outras mazelas que nos mantêm atrelados ao subdesenvolvimento.   Entre suas várias mentiras midiáticas, e burras, a presidente Dilma disse em seu último pronunciamento: “Nosso lema será: Brasil, pátria educadora”. Tomara que ao menos esta seja uma meta a ser perseguida. Aliás, se quiser mesmo ser uma boa “gerenta”, Dilma deveria começar por ela mesma parando com esta palhaçada de se autodenominar “presidenta”. O poder público precisa entender que a educação é a prioridade entre as prioridades para nos levar ao pódio social. Uma educação de alto nível derruba consideravelmente os gráficos da violência, das doenças, do desemprego, do desperdício e tantos outros fatos que emperram as normas de civilidade. O problema para os maus políticos é que, com isso, o povo também aprende a ser menos dependente do Estado, entendendo de vez que eles são o cerne de nossas inconsequências.   É lendo e enriquecendo nosso vocabulário que aprendemos a escrever e, muito além disso, é lendo que aprendemos a nos fortalecer com argumentos para termos discernimento sobre determinados assuntos. Infelizmente não é o que acontece neste país de tantos absurdos. No livro didático de língua portuguesa adotado pelo MEC do governo petista, não é errado falar “nós pega o peixe”, e se a desconstrução econômica já é uma realidade, levar os jovens do ensino público a falar de forma errada, e condena-los a um buraco negro intelectual, é de uma atrocidade inominável. Desde que assumiu o governo, o PT vem promovendo uma deseducação moral sem precedentes em nossa história. Seu projeto de sociedade foi corrompido pela volúpia do poder e a imoralidade da dissimulação. Pobre dos ingênuos que ainda acreditam no partido.   ENTRE A GENTE A ADCE e o Serviço Social da Indústria convidam para o almoço-palestra a ser proferido pelo senador Antonio Augusto Anastasia, que abordará o tema “Desafios para o Desenvolvimento do Brasil”. O encontro acontece na próxima segunda-feira (23), na sede da Fiemg.   Falando em Fiemg, o Sebrae empossou o novo presidente do seu Conselho Deliberativo, Olavo Machado Junior, além dos membros do Conselho Fiscal e da Diretoria Executiva para a gestão 2015/2018. Olavo, atual presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, sucede Lázaro Luiz Gonzaga, que dirigiu o Sebrae e também preside o Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac e Sindicatos.

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