Multiplicidade de João Bosco

iG Minas Gerais | Da redação |

O cantor e compositor repassa sua trajetória musical de mais de 40 anos em apresentação no teatro do Sesc Palladium
Henrique Pontual
O cantor e compositor repassa sua trajetória musical de mais de 40 anos em apresentação no teatro do Sesc Palladium

Nascido em Ponte Nova, cidade da Zona da Mata mineira, e morador do Rio de Janeiro desde a década de 1970, o cantor e compositor João Bosco revelou recentemente que também tem uma porção baiana.

Em entrevista a um programa da TV Bahia, no início de fevereiro, o músico disse que se sente em casa naquele Estado, devido à influência de grandes artistas baianos. “Principalmente Dorival Caymmi, que eu conheci muito jovem. Fiz do seu ‘Canções Praieiras’ meu disco de cabeceira, toda vez que o ouço, aprendo. É sempre uma forma de ensinamento inédito”, declara. “E depois outros que o sucederam, como João Gilberto, Gilberto Gil, Caetano Veloso e meu parceiro José Carlos Capinam”.   Toda essa “mineiro-baianidade-carioca” ele traz a Belo Horizonte na próxima quarta (25), quando se apresenta no Sesc Palladium. Na ocasião, Bosco retoma o show do disco “Não Vou pro Céu Mas Já Não Vivo no Chão” (2009), marcado pelas parcerias com Aldir Blanc e com seu filho, o poeta, filósofo e ensaísta Francisco Bosco – que foi, inclusive, nomeado presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), no fim de janeiro – e repassa sua trajetória de mais de 40 anos.   Abertura Antes que João Bosco suba ao palco, o cantor e compositor Bilora faz uma abertura, enaltecendo a cultura popular a partir de folias, batuques, cantigas de roda, contradanças e cordéis.   João Bosco Sesc Padium (r. Rio de Janeiro, 1.046, centro, 3214-5350). Dia 25 (quarta), às 21h. R$ 40 (inteira)

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