Celebração da inspiração

Museu exibe pela primeira vez 1.100 produções do pintor, entre cartas e desenhos

iG Minas Gerais | Paulo Campos |

Nemo. É um centro de ciência e tecnologia de cinco andares com atrações para crianças e famílias. Entre as novidades está a exposição “Energierijk” (energia). Com uma arquitetura curiosa, o Nemo está localizado próximo à estação central de Amsterdã e recebe todos os interessados em experimentos de física ou uma jornada pela mente humana. As exposições geralmente fascinam pelo apelo visual e pela interatividade.
Visit Holland/Divuglacao
Nemo. É um centro de ciência e tecnologia de cinco andares com atrações para crianças e famílias. Entre as novidades está a exposição “Energierijk” (energia). Com uma arquitetura curiosa, o Nemo está localizado próximo à estação central de Amsterdã e recebe todos os interessados em experimentos de física ou uma jornada pela mente humana. As exposições geralmente fascinam pelo apelo visual e pela interatividade.

O museu Van Gogh é obrigatório por inúmeros motivos. Abriga não só o maior acervo de Vincent Van Gogh do mundo, como também oferece uma linha do tempo, com sua história completa: o artista, o contexto, suas ambições pessoais, as cartas ao irmão Théo, suas emoções, os mitos e as influências até os dias de hoje. Os dois primeiros andares especialmente, porque narram os dez primeiros anos como artista, do uso da paleta de cores até os últimos anos no Sul da França.

O museu Van Gogh atrai cerca de 1,5 milhão de visitantes por ano. No ano passado, foi remodelado para a celebração de 125 anos de inspiração do pintor, e desde 28 de novembro uma nova exposição da coleção permanente está em cartaz com cerca de 1.100 produções entre cartas e desenhos, que raramente são exibidas, porque são muito sensíveis à luz.

No acervo, estão “Os Comedores de Batatas” (1885), primeira grande obra, “Cortesã” (1887), com as influências japonesas em sua pintura, “Autorretrato com Chapéu de Feltro” (1888), “Autorretrato de Paul Gauguin” (1888) e “Campo de Trigo com Corvos” (1890), da época em que estava internado em um hospital psiquiátrico. Mas não espere ver, por lá, obras emblemáticas como “Os Girassóis”.

Rijksmuseum

O segundo museu obrigatório é o Museu Nacional da Holanda, conhecido como Rijksmuseum, próximo ao Van Gogh Museum, e que apresenta a história da Holanda desde a Idade Média pela pintura (inclua aí Fran Hals, Jan Steen e Johannes Vermeer, além de uma curiosidade, Franz Post, o holandês que retratou paisagens do Brasil. Tenha fôlego para percorrer 80 salas em quatro pisos.

Como muita gente vai ao Museu do Louvre, em Paris, só para ver a “Mona Lisa”, de Leonardo Da Vinci – um sacrilégio! –, turistas batem à porta do Rijksmuseum para se deparar com a “Ronda Noturna”, de Rembrandt.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave