O DNA de Amsterdã em mostras

Para conhecer a cidade mais a fundo

iG Minas Gerais | Paulo Campos |

Casa Flutuante. Morador percebeu curiosidade de turistas sobre sua residência e criou um museu
visit holland/divulgação
Casa Flutuante. Morador percebeu curiosidade de turistas sobre sua residência e criou um museu

Para explorar Amsterdã, é preciso entende seu planejamento urbano. A cidade foi construída sobre as águas e cresceu em torno de pântanos, brejos e lagos, à margem do rio Amstel.

Os 160 canais só surgiram mais tarde, no século XVII, como uma obra de engenharia única para abrigar a população, que saltou de 30 mil pessoas, em 1585, para 200 mil, em 1685. Naquela época, Amsterdã era uma das cidades mais ricas da Europa.

No replanejamento, surgiu um cinturão de três canais semicirculares batizados de Herengracht, Keizersgracht e Prinsengracht, unidos por um sistema engenhoso de ruas e pequenos cursos d’água. Sobre eles, foram erguidas 80 pontes – hoje, 1.500 – e construídos diques ao redor, onde se instalaram casas.

Para conhecer melhor esse engenhoso traçado urbano, pode-se visitar três museus interessantes – A Fundação Arcam, uma entidade que divulga e informa os visitantes sobre a arquitetura de Amsterdã, com entrada gratuita, o Het Grachtenhuis, um museu que explora a história dos canais com animações em 3D, maquetes, projeções e uma exibição multimídia interativa, e o Museu de Amsterdã, que evidencia como um vilarejo às margens de um rio no século XIII virou uma metrópole que atraiu pessoas de todos os cantos do mundo.  

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