Companhias adotam cautela em defesa

Segundo a Galvão Engenharia, “os pagamentos feitos (propinas) resultaram de extorsão e concussão, mediante ameaça de retaliações nos contratos em vigor

iG Minas Gerais |

São Paulo. As empresas citadas nas ações apresentadas nesta sexta pelo Ministério Público Federal adotaram cautela ao comentá-las.  

Em nota, a Sanko Sider informou que, até o momento, não recebeu qualquer citação, “sendo informada apenas pelo noticiário de imprensa”. E, com isso, “não pode, portanto, avaliar o conteúdo da ação, já que desconhece o seu inteiro teor”. Ela informa que atende apenas empresas privadas e “não fez vendas diretas à Petrobras”.

A Camargo Corrêa divulgou nota informando que não foi citada e desconhece seu teor. “Assim que houver possibilidade de defesa, a companhia apresentará sua contestação às acusações”, afirmou.

A OAS também emitiu nota, na qual “refuta veementemente tais alegações e, quando for notificada da ação, irá defender-se nos termos da lei”.

A Engevix informou que “assim que notificada, tomará as devidas providências por meio de seus advogados”.

Segundo a Galvão Engenharia, “os pagamentos feitos (propinas) resultaram de extorsão e concussão, mediante ameaça de retaliações nos contratos em vigor. Não há correlação de datas nem de valores extorquidos com a assinatura de contratos”. Sobre as ações protocoladas nesta sexta, a Engevix argumentou que não houve notificação e por isso não iria se pronunciar.

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