Chuva dará trégua e grande BH deve ter fim de semana de muito sol

Segundo meteorologista, a previsão é de que as precipitações só voltem a acontecer a partir da próxima quarta-feira (25)

iG Minas Gerais | JOSÉ VÍTOR CAMILO |

Nesta sexta-feira (20), a previsão era de maior incidência de chuvas nas regiões do Barreiro, Oeste, Leste e Centro-Sul de BH
COMDEC / DIVULGAÇÃO
Nesta sexta-feira (20), a previsão era de maior incidência de chuvas nas regiões do Barreiro, Oeste, Leste e Centro-Sul de BH

Depois de uma semana de chuvas fortes, árvores e muros caídos, este sábado (21) e domingo (22) devem ser de muito sol, sem grandes possibilidades de chuva na região metropolitana de Belo Horizonte. A informação foi divulgada pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) da capital, que recebe informações de diversos institutos, entre eles o TempoClima PUC Minas.

Nesta sexta-feira (20) ainda foram observadas nas imagens de satélite áreas de instabilidade atmosférica principalmente nas regiões Norte, Noroeste, Central, Triângulo, Oeste, Sul, Campo das Vertentes, Zona da Mata e, também, na região metropolitana de BH, havendo possibilidade de pancadas de chuva, principalmente após o fim da tarde. A temperatura média da capital nesta sexta foi entre 18 e 29º C. 

Já neste sábado, a grande BH terá o dia de céu com sol entre nuvens, mas sem possibilidade de chuvas. A temperatura no primeiro dia do fim de semana deverá variar entre 17 e 29º C. Já no domingo, a expectativa é de céu parcialmente nublado durante o dia, apesar de chuvas não serem esperadas. A máxima deverá ser de 24 e a mínima de 17º C. 

De acordo com o meteorologista Luiz Ladeia, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a chuva deve dar uma trégua até a próxima quarta-feira (25). "A partir do meio da semana que vem a expectativa é de chuvas até o fim do mês. Além disso, em março ainda acreditamos que choverá o esperado", garante.

Somente nos primeiros 18 dias de fevereiro de 2015 choveu 193,5 mm, mais do que a média histórica do mês, que é de 188 mm. "Isso foi bom, porque os reservatórios do Estado deixaram de baixar e até aumentaram de forma pouco significativa. Agora temos que nos preparar para o ciclo de pouca chuva dos meses que virão", finalizou Ladeia.