A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Não existe nenhuma razão para descrédito com o Galo por causa da derrota para o Colo-Colo na estreia da Libertadores. Aquele foi um jogo marcado por várias circunstâncias que combinaram para o revés do nosso time. Primeiro, ocorreram as falhas de dois jogadores que definitivamente não costumam errar, Victor e Jemerson. Segundo, o time estava desfalcado de jogadores importantes, e isso afetou em cheio a equipe, que, mesmo assim, teve mais volume de jogo que o adversário no primeiro tempo e criou oportunidades reais de sair à frente no placar. E ainda, depois que Levir teve que fazer mudanças, para tentar uma reação, o time ficou desarrumado e passou a errar. O único motivo real de preocupação que eu vi é que, sem Pratto e Carlos – os titulares do ataque não puderem jogar –, nós vamos sofrer com Jô. No mais, acho que está tudo sob controle.

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. O jogo contra o Boa Esporte seria a chance de vermos a equipe que provavelmente estrearia na Libertadores. Seria, senão fossem os problemas de lesões que enfrentamos. Até o Fábio ficou fora de algumas atividades por sentir dores no joelho. Vou ser o mais sincero possível, sempre apoiei o Cruzeiro, sou torcedor de arquibancada, daqueles que saem do Mineirão sem voz, mas, se não cessarem esses contratempos, a temporada vai ficar complicada. Lógico que a camisa azul estrelada tem peso, é um manto sagrado de tradição comprovado pela nossa história. O grupo é bom, tem qualidade e pode até ter peças de reposição, só que essas ausências repentinas me deixam preocupado, pois, se estivéssemos, desde o início, com todas as peças na mão, certamente o time já estaria entrosado e preparado para a estreia da Libertadores. Porém, se faltar qualidade, vai na raça, Cruzeiro!

Avacoelhada

No último confronto no Independência, o América venceu o Atlético com requintes de crueldade. Marcou três gols, teve um erroneamente anulado e criou oportunidades para transformar o resultado de 3 a 2 em goleada. Os comandados do Milagres demonstraram capacidade técnica, tática e física para derrotar o rival dentro de campo e personalidade para superar a pressão da torcida adversária na arquibancada. Marcelinho, Messias, Williams, Paulinho, Renato Bruno, Patrick, Xavier, Renatinho, Bruno Sávio e Rubens estão no profissional, mas ainda não foram aproveitados entre os titulares e até mesmo reservas. Muitos fazem parte do terceiro time. São atletas em formação com necessidade de escalações seguidas a fim de acelerar o desenvolvimento. Depois da Taça BH, Eduardo, Dodô e Carlos tiveram várias chances de aprimoramento no time atleticano.

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