A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Sou muito questionado por torcedores de vários clubes a respeito do novo Cruzeiro, e a verdade é que nós, da nação cruzeirense, somos exigentes demais. Estamos acostumados a grandes glórias e, por isso, não somos apenas um grande clube, somos verdadeiros gigantes. Muitos andam desconfiados, pelas mudanças, e eu confio e muito nessa equipe, afinal, se analisarmos cada jogador, veremos um grupo qualificado e com bons nomes. Agora resta a eles mostrar que são merecedores de serem embaixadores do Cruzeiro Esporte Clube e transformar em história o que estamos defendendo por amor. Resumindo: queremos títulos. Somos apaixonados pelo Cruzeiro, então é natural a preocupação, entretanto, devemos focar nossas forças no apoio ao time, pois quando faltar perna em campo, nossas vozes serão o combustível para renovar as forças dos guerreiros. Vamos, Cruzeiro!

A voz da Massa Saudações alvinegras! Desde que foram definidos os grupos da Libertadores 2015, eu venho dizendo que o grupo do Galo é o mais forte deles. No jogo de abertura do grupo, o Santa Fe, da Colômbia, bateu o Atlas, jogando no México, por 1 x 0. Tomei o cuidado de assistir a esse jogo, apesar de ter precisado varar a madrugada, e confirmei as minhas expectativas de que são dois bons times. O Atlas, menos perigoso, é aquela correria típica de todo time mexicano. Toca bem a bola, mas não tem muita penetração. Agora, o Santa Fe é um time muito bem organizado. Também pudera, assim como o Galo, eles vêm mantendo a base da equipe já faz alguns anos. Quando joga fora de casa sabe se defender e explora bem o contra ataque. Vão ser duas paradas tortas pra gente. E, como eu não fico em cima do muro, minha opinião é que, nesse grupo, passam o Galo e o Santa Fe. Até a próxima.

Avacoelhada O lado direito continua mais eficiente que o esquerdo. Robertinho (quando jogou), Patrick e Felipe Amorim foram mais participativos nas triangulações, cruzamentos e finalizações. Os três jogadores já marcaram gols. Ainda assim, é necessário otimizar os complementos das jogadas. Patrick precisa acertar mais vezes os cruzamentos, e Felipe Amorim deve jogar próximo da área para facilitar as conclusões. A produtividade do lado esquerdo, principalmente a ofensiva, está baixa. Bryan e Henrique parecem dois laterais orientados para marcar os adversários em vez de apoiar o ataque. Nas poucas vezes que avançaram, também erraram o último passe. Bryan necessita buscar intensamente a linha de fundo e Henrique deveria ser mais atacante do que defensor. Xavier é opção de meia-esquerda agudo e Bruno Sávio e Diney de atacantes pelos extremos.

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