Quem é que quer sair da rua?

iG Minas Gerais | Luiza Muzzi |

“Vem, pode chegar!”, já dizia o hino de um dos mais belos blocos de rua da capital, o Então Brilha!, que arrastou milhares de foliões na manhã do sábado de Carnaval. E o chamado foi atendido. Por toda a cidade, o que foi visto por quem acompanhou todos os dias de festa foi uma energia contagiante de uma gente que abraçou para não mais largar a folia belo-horizontina. E conciliar tanta vontade de festejar seguindo um roteiro imenso de blocos, de gigantes como Baianas Ozadas e Alcova Libertina, até os nem tão grandes assim, como Corte Devassa, só não foi melhor porque houve dias com várias opções excelentes ao mesmo tempo e, sem alternativa, foi preciso escolher.

Já no fim do feriadão, nem mesmo o cansaço acumulado desanimou a colorida bateria do Juventude Bronzeada que, em quase seis horas de trajeto, recebeu o carinho dos amigos no abastecimento de água e cerveja. E foi assim, pela primeira vez como batuqueira, que vivenciei o sentimento clichê de “eu queria que essa fantasia fosse eterna”. Afinal, em meio a tanta alegria, quem é que quer sair da rua?

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