Análise precisa ser cautelosa

iG Minas Gerais |

Apesar das informações levantadas pela polícia baiana, a Polícia Militar (PM) de Minas Gerais não utiliza o estudo das tatuagens de bandidos em sua atuação. O assessor da corporação, major Gilmar Luciano, alegou que esse critério não auxilia muito na abordagem. Segundo ele, para uma atitude suspeita, o ambiente e a postura da pessoa são mais importantes.

O capitão da PM da Bahia, Alden José, destacou que é necessário cuidado na hora de analisar uma tatuagem. “É preciso ter discernimento. Não é porque a pessoa tem uma tatuagem que ela vai ser levada para a delegacia. É só mais um critério que pode ajudar a polícia, e nunca será o ponto central da investigação”. (BM)

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