Com Sada Cruzeiro como anfitrião, Mundial deve acontecer em outubro

Informação no site da FIVB consta ainda como maio, mas mudança pode ser confirmada nos próximos dias

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

douglas magno
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Ao contrário do último ano, quando sediou o Mundial masculino de clubes no mês de maio, o Sada Cruzeiro volta a ser o anfitrião do maior torneio interclubes do planeta, mas no mês de outubro, provavelmente.

A informação, contudo, ainda não consta no site da Federação Internacional de Voleibol(FIVB), que mantém, até o momento, o evento para o território brasileiro entre os dias 5 e 10 de maio.

O atual campeão brasileiro foi o organizador das duas últimas edições do evento, que aconteceram no ginásio Divino Braga, em Betim, 2013 e no Mineirinho, no ano passado.

A data e o local ainda não foram definidos pela organização, que foi bastante elogiada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) após os trabalhos recentes. O que se sabe é que o Mineirinho vai receber investimentos para reformas em sua estrutura e tem boas chances de, pelo segundo ano consecutivo, ser o palco de jogos de alguns dos maiores times do mundo.

A informação da verba disponibilizada para melhorias no ginásio da capital mineira foi dada pelo novo secretário estadual de esportes Carlos Henrique.

O Mundial, em outubro, se encaixa melhor no planejamento de maior parte dos clubes participantes, que estarão com seus elencos definidos para o início da temporada, que começa cerca de um mês antes. Os jogadores não estarão em período de negociações entre e um clube e outro e estarão de contrato firmado com o time que defenderá nos próximos meses.

Com o torneio acontecendo em maio, clubes de pouca tradição e muito poder econômico, de centros como o Oriente Médio, aproveitam o fato dos jogadores estarem livres no mercado, e fazerem propostas tentadoras para defender o clube por poucas semanas.

Este tipo de incidente aconteceu no último ano, quando o Al-Rayyan, do Catar, derrubou o anfitrião, nas semifinais, com um elenco comandado pelos brasileiros Alan (líbero) e Rapha (levantador), além de estrelas como do central Simón, de Cuba e do oposto búlgaro Kaziyski. Nos anos anteriores, clubes da mesma região repetiram a estratégia, em busca de uma melhor colocação no torneio.