PPP do Rio Manso gerou ação na Justiça

Essa ação foi alvo de protestos em 2013 pelo Sindiágua, Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Minas e por integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT)

iG Minas Gerais | Angélica Diniz |

O governo atual informou que está sendo analisada a viabilidade jurídica para utilização da Parceria Público-Privada no rio Manso para ampliar em quatro metros cúbicos por segundo a captação de água no Paraopeba, com a implantação de uma adutora com quatro quilômetros de extensão. Porém, a PPP do rio Manso, segundo Juarez Amorim, já está em andamento e foi iniciada em 1º de janeiro de 2014, quando foram investidos cerca de R$ 500 milhões na primeira etapa.  

Essa ação foi alvo de protestos em 2013 pelo Sindiágua, Central Única dos Trabalhadores (CUT) de Minas e por integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT). Na época, a obra foi avaliada como desnecessária, “já que não se justificavam investimentos prescritos para um aumento de demanda prevista para 2032”, dizia a nota divulgada pelo sindicato.

Por causa desse projeto de PPP, o presidente do Sindiágua, José Maria Santos, entrou com um processo, entre 2013 e 2014, contra o ex-presidente da Copasa Ricardo Simões e dez ex-diretores da administração tucana. Segundo revelou o deputado estadual João Leite (PSDB), líder da oposição na Assembleia Legislativa, a equipe está respondendo na Justiça pelo projeto. Um dos ex-diretores processados Márcio Kangussu, na época diretor de Operação Norte, acredita que houve motivação política. “Acho que o processo vai ser julgado como improcedente, já que a agora a PPP está na pauta do governo petista”, disse. Santos, autor do processo, não foi encontrado pela reportagem para comentar sobre o processo. 

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