Ônibus terão câmera e GPS

O secretário geral da Associação de Usuários do Transporte Coletivo da Grande BH (AUTC), Francisco de Assis Maciel, criticou a criação do consórcio

iG Minas Gerais | Luciene Câmara |

Para participar da licitação, que será aberta nos próximos meses, o motorista precisa se inscrever como pessoa física. Os vencedores têm que formar um consórcio que possibilite atender exigências de qualidade na prestação do serviço. Entre elas estão a disponibilização de frota reserva com 15 veículos e a implantação de duas câmeras por ônibus, GPS e painel informativo. Os vencedores vão precisar também oferecer um sistema que permita a integração tarifária com o transporte convencional da capital e, futuramente, com o metropolitano.  

O consórcio ainda deve criar e gerir a Câmara de Compensação de Resultados – mecanismo de compensação das receitas do sistema entre os permissionários – e o Fundo Garantidor do Equilíbrio Econômico Financeiro.

O secretário geral da Associação de Usuários do Transporte Coletivo da Grande BH (AUTC), Francisco de Assis Maciel, criticou a criação do consórcio. “O suplementar tem que ser gerido e fiscalizado pelo poder público”.

Na disputa. Quanto maior a experiência no ramo e mais novo for o ônibus que ele se propõe a usar, mais pontos ele ganha. Não ter multas graves ou gravíssimas nos últimos 12 meses também é ponto a favor. Os vencedores têm que pagar R$ 50 mil pela outorga. 

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