Visual off-road é único diferencial do Spin Activ

Versão “aventureira” do monovolume se diferencia apenas pelos penduricalhos

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Márcio Maio/CZN
undefined

É fato que brasileiro gosta de carro com apelo visual aventureiro, e a receita seguida pelas montadoras tem alguns elementos básicos, como molduras plásticas nos para-lamas, pneu de uso misto e estepe pendurado na tampa traseira. E a Chevrolet utilizou todos eles na versão Activ do monovolume Spin. Completam o “look”, os adesivos que identificam essa configuração na lateral do modelo e rodas de liga leve diamantadas de 16 polegadas.

Na frente, o para-choque foi redesenhado, ganhando vincos pronunciados nas extremidades e aplique na parte inferior em tom fosco escuro. Os faróis ganham máscara negra e lentes transparentes e os de neblina têm molduras em preto brilhante e Atrás, destaque para o estepe, claro.

O resultado, no geral, é bom e deixou o Spin com um visual até mais legal que o das outras versões, principalmente na traseira, onde o pneu sobressalente “preencheu” a tampa do porta-malas. Há, claro, o inconveniente de, sempre antes de acessar o compartimento, ter que articular o braço com o estepe pendurado, mas isso é comum aos modelos que adotaram essa solução e uma operação simples de ser executada.

Interior

Por dentro, a cabine passou por um processo de personalização. Os bancos têm desenho exclusivo, com estampa que engloba as cores branca, cinza e preta e costuras aparentes. A cor dos revestimentos internos é preta – nas outras versões é marrom. Uma moldura prateada no centro do painel envolve o já conhecido sistema multimídia MyLink com tela de sete polegadas, de série na Activ. Além dele, itens como ar-condicionado, direção hidráulica, retrovisores e vidros elétricos e sensores de estacionamento traseiros saem de fábrica.

A desvantagem é a impossibilidade de equipá-lo com os bancos extras no porta-malas, para levar sete ocupantes. No mais, o espaço interno é bom para os motoristas e para quem vai no banco traseiro, mas a Chevrolet pisou na bola ao não equipar o monovolume com encosto de cabeça e cinto de três pontos para o ocupante do meio, principalmente em um carro com apelo familiar.

O porta-malas é outro ponto forte, com 710 l de capacidade. E ainda pode ser ampliado, rebatendo o banco traseiro (bipartido).

Conjunto

Sob o capô está o mesmo 1.8 litro de 106/108 cv com gasolina/etanol no tanque, que equipa as outras versões da minivan. O torque de 16,4/17,1 kgfm quando abastecido com os mesmos combustíveis aparece em 3.200 rpm. A unidade avaliada estava equipada com câmbio automático de seis marchas, mas há opção de manual com cinco velocidades. A dupla motor/caixa de marchas trabalha bem junta, mas, no caso, o mérito maior é da transmissão, que consegue se acertar mesmo com o propulsor trabalhando na “conta do chá”.

Nesta versão, a minivan ainda ficou 8 mm mais alta, em função da adoção de rodas maiores. Além disso, os pneus são mais largos e de perfil baixo, de uso misto. Com a nova distribuição de peso da versão Activ, uma nova calibração de suspensão, com molas e amortecedores de acertos específicos, foi providenciada, e o resultado agrada.

Com Auto Press*

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave