Prova de fogo será no plenário

Nesta quinta, não houve votação. Mesmo com o apelo do líder do governo, Preto (DEM), os aliados não permaneceram em plenário e a sessão terminou por falta de quórum, com 19 presenças

iG Minas Gerais | Tâmara Teixeira |

Depois de uma semana de promessas e acordos não cumpridos das duas partes, hoje, tanto base aliada do prefeito Marcio Lacerda quanto oposição têm em plenário uma prova de fogo: a votação do fim da verba indenizatória. O projeto foi anunciado pela Mesa Diretora como prioridade para os vereadores por uma questão de moralidade, mas acabou sendo colocado em segundo plano.

Para votar o projeto, que determina que os R$ 15 mil a que cada vereador tem direito seja todo licitado pela Casa, os parlamentares precisam apreciar sete vetos que travam a pauta. A maior dificuldade para que isso aconteça é que os vereadores permaneçam no local de trabalho: o plenário, fato que não aconteceu durante toda essa semana.

Depois de quatro sessões de obstrução, a oposição se comprometeu a parar com a estratégia depois que se reunisse com o governo – o que acontece de hoje –, e ouvisse do Executivo que os projetos do estacionamento subterrâneo e o da venda de terreno no Jardim Canadá seriam retirados de pauta até que fossem mais discutidos.

Nesta quinta, não houve votação. Mesmo com o apelo do líder do governo, Preto (DEM), os aliados não permaneceram em plenário e a sessão terminou por falta de quórum, com 19 presenças. No início dos trabalhos, 38 estavam na Casa.

Projetos

Votação. Pelo acordo dos vereadores, serão votados sete projetos de autoria de vereadores e um do Executivo, sucessivamente. Na pauta estão 63textos dos parlamentares e 15 do governo.

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