Avacoelhada

iG Minas Gerais |

Nome simples, composto ou apelido? Zé Eustáquio mudou para Júnior Lemos. A mudança causou pouco impacto, a não ser para Seu Alberto, Luis e americanos que acompanham as categorias de base. Tchenchen tentou mudar para Anderson Santos na subida para o profissional, mas continuou a ser chamado de Tchenchen pelos jogadores, comissão técnica e torcedores que conheciam o jogador. Diego acrescentou o sobrenome Henrique. Embora sejam conhecidos por Paulinho e Renatinho, os dois atletas começaram a ser denominados David Silva e Renato Silva. No caso de Paulinho, a confusão aumenta na pronuncia, quando aparece o “Deivid”. Por enquanto, Douglas Ribeiro permanece Dopô. No modismo atual, Vaduca, Neneca, Café, Capeta, Zuca, Juca Show, Jair Bala, Maneca, Pintado, Boiadeiro, Tupãzinho, Palhinha, Zico, Tostão e Pelé seriam conhecidos de outra maneira.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! A menos de uma semana da Libertadores, a expectativa de ver o Galo estrear, e estrear bem, já começa a tomar conta da gente. Não apenas nós, torcedores, mas os jogadores também devem estar com aquele friozinho na barriga para começar a saga do bi continental. Só que, antes, o Galão tem pele frente o Democrata, a Pantera da minha querida GoVal. Eu imagino que o grande desafio do professor Levir para esse jogo de amanhã, no Horto, seja fazer o time esquecer, por hora, o Colo Colo e se concentrar na partida. É importante não derrapar nessa primeira fase do Mineiro para terminar em primeiro lugar e ter a vantagem de jogar por dois resultados iguais nas fases finais. Sem falar que a falta de concentração na partida aumenta o risco de o jogador se lesionar, e nós não podemos mais perder ninguém, basta o Douglas Santos. Foco, total Galão!

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Gostei e muito da estreia do Arrascaeta contra o Guarani, de Divinópolis. Jogador diferenciado, que pensa rápido. O que faltou realmente foi entrosamento. Henrique esteve muito bem, peça fundamental no sistema defensivo, sempre seguro e dando a força que precisamos no meio de campo celeste. Leandro Damião enfim desencantou, e quem sabe não esteja voltando ao belo futebol que o levou à seleção brasileira? Agora, uma coisa é certa, tomamos gols em todos os jogos dessa temporada, precisamos acertar isso e encontrar o equilíbrio entre ataque e defesa. Não gostei do Cruzeiro saindo da sua característica natural, que é o toque de bola, como uma legítima academia de futebol. Ficou dando chutões e dando chances ao adversário de contra atacar. Mas já percebemos um Cruzeiro melhor em relação aos outros jogos. Vamos, Cruzeiro! Facebook: Hugão, o fanático celeste.

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