A escolha da engenharia e a ida para Uberlândia

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Sonho. 

Rafael sempre teve o desejo de cursar engenharia mecânica
Arquivo pessoal
Sonho. Rafael sempre teve o desejo de cursar engenharia mecânica

Rafael conta que sempre quis cursar engenharia mecânica. Seu interesse foi despertado pelo fato de seu pai ser proprietário de uma oficina mecânica, o que propiciou que ele tomasse gosto por automóveis.

Em 2013, junto com colegas de turma, Rafael montou um robô controlado remotamente para um projeto de escola. “O projeto do robô controlado via Wireless pelo sistema Android da Google foi uma experiência maravilhosa e acrescentou muito para minha experiência profissional. O processo de elaboração e realização foi árduo” conta.

Na escola, as matérias preferidas do estudante eram matemática, física e química, todas na área engolada pelo Enem em Ciências Exatas e Ciências da Natureza. Rafael destaca também a importância dos professores em sua vida acadêmica. “Os fundamentalmente importantes foram aqueles que não se restringiram apenas a lecionar as matérias convencionais, mas se esforçaram para ajudar os alunos a se colocarem em condição de compreender fenômenos, dominar linguagens, construir argumentações, entender situações-problema, e elaborar propostas de intervenção, que são exatamente os eixos cognitivos da prova do Enem”, diz.

Mesmo indo morar longe de casa, já que vai estudar em Uberlândia, Rafael conta que encontrou grande apoio para sua decisão e que tudo foi pensado conjuntamente. “Escolhi a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), pois além de ser conceituada, tenho parentes na cidade, o que facilita tudo, porém de qualquer forma meus pais estavam dispostos a dispender o esforço necessário para que eu pudesse fazer meu curso em uma ótima universidade”, afirma.

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