Carlos não teme disputa por titularidade e aprimora finalizações

Com a chegada de Cárdenas, jovem atleta estaria com a vaga entre os 11 ameaçada

iG Minas Gerais | Diego Costa |

Disputa com colombiano Cárdenas motiva Carlos durante os treinamentos
BRUNO CANTINI/ATLÉTICO
Disputa com colombiano Cárdenas motiva Carlos durante os treinamentos

Um dos mais novos do elenco, o atacante Carlos ganhou mais um forte concorrente na disputa por uma vaga no setor ofensivo alvinegro. Com a chegada do colombiano Cárdenas, são 12 atletas à disposição de Levir Culpi neste momento para montar o meio-campo e ataque do Atlético.

Mas o jovem de 19 anos disse que não teme a competitividade maior em 2015.

"É forte, mas é tranquila. É uma briga boa, ninguém está passando em cima de ninguém. Quem for titular, vai ajudar o time. É bom estar brigando por uma vaga", destaca o atleta.

E para se sair bem na corrida pela vaga, Carlos admite que a dedicação aos treinos tem sido ainda maior, sobretudo nas finalizações.

"Já venho treinando assim. Já venho colocando na minha cabeça desde o ano passado. Em 2014, fiz bem o meu papel. Quero fazer melhor ainda (em 2015). A disputa está me motivando cada vez mais para manter o ritmo e continuar como titular", afirma.

Neste ano, Carlos ainda não balançou as redes nas duas partidas oficiais da temporada, contra o Mamoré e Tupi. Na vitória sobre o Shakhtar Donetsk-UCR por 4 a 2, ele chegou a fazer um dos gols do amistoso internacional.

Em 2014, o jogador chegou a ser questionado pelo número de chances desperdiçadas durante as partidas. Em 40 jogos, foram nove gols marcados pela equipe profissional.

Além de aprimorar as finalizações, ele também entende que tem a confiança de Levir Culpi.

"(Levir) Acredita em mim. Está trabalhando em cima disso. Ele cobra muito finalização, porque sabe que eu tenho potencial. Não fiz diferente no ano passado. Neste ano estou um pouco abaixo, tenho que repetir o ano de 2014", completou o atacante.

Sobre quem poderia sair para a entrada de Sherman Cárdenas, Carlos, disparou: "É difícil. Vamos deixar para o professor. Espero que não seja na minha vaga". 

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