Campo fértil para novas investigações

iG Minas Gerais |

Nova York. Alguns cientistas ainda duvidam que os exemplos de relações entre espécies ofereçam mais à ciência do que uma dose cavalar de fofura. Entretanto, outros enxergam um campo fértil para investigação até mesmo nos vínculos formados em cativeiro ou em outros ambientes domesticados.  

“Existem tantas perguntas”, declarou Barbara Smuts, pesquisadora de primatas na Universidade de Michigan que, em 1985, chocou parte de seus colegas ao usar a palavra “amizade” para descrever elos entre fêmeas de babuínos. “Acho que um dia a comunidade científica vai recuperar o terreno perdido”, profetiza.

Cientistas afirmam que o tema seria beneficiado com uma definição rigorosa do que constitui uma “amizade” entre membros de espécies diferentes, o que incluiria fatores como mutualidade, interação e algum tipo de adaptação em prol do relacionamento.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave