Votação só depois de reunião

No início da sessão, os 41 vereadores registraram presença

iG Minas Gerais | Tâmara Teixeira |

A oposição, nesta quarta, manteve o trabalho de obstrução da pauta e trocou acusações com a base aliada do prefeito Marcio Lacerda. Um grupo acusa o outro de quebrar o acordo firmado para votação de cinco vetos para, em seguida, estabelecer o cronograma de apreciação de sete projetos dos vereadores – entre eles o que extingue a verba indenizatória – e um do Executivo.

A oposição pediu uma reunião com o governo, agendada para esta sexta. Com isso, afirmam que só retomam a votação após o encontro. Além disso, pediram a retirada de pauta de projetos polêmicos da prefeitura como o estacionamento subterrâneo e a venda de terrenos no Jardim Canadá. No início da sessão, os 41 vereadores registraram presença. Minutos depois, o PT pediu verificação de quórum, e o número caiu para 19, encerrando os trabalhos. Eram precisos 21 para continuar a votação. “Eles não cumpriram o acordo. Estão querendo atrapalhar a administração do Marcio Lacerda”, criticou o presidente da Casa, Wellington Magalhães (PTN). Nesta quinta, a oposição promete manter a postura. “Quem rompeu o acordo foram eles. Votaremos dependendo do retorno na reunião. Quem não dá quórum são eles”, rebateu Arnaldo Godoy (PT). 

Convocação Telefonema. Preto e Wellington Magalhães ligaram para a base cobrando permanência em plenário nesta quinta. Ausência. Preto justificou a ausência dos colegas nesta quarta, dizendo que muitos subiram para os gabinetes e pediram para ser chamados para votar, mas não houve tempo com o pedido de verificar quórum.

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