Ex-FMI diz que não sabia de prostitutas

O carro do ex-líder do FMI foi alvo da fúria de um grupo de ativistas, que em topless mostraram o sentimento que nutrem ele

iG Minas Gerais |

Lille, França. O ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Kahn, julgado na França por proxenetismo (favorecer a prostituição), negou ter cometido qualquer crime ou delito de ordem sexual, reafirmando ignorar a presença de prostitutas nas festas libertinas com amigos.  

O ex-político francês, que teve sua carreira arruinada por sua grande paixão pelas mulheres, também negou qualquer papel de instigador. “Eu me considero em nada organizador dessas noites. Eu não tinha tempo para organizar qualquer evento”, declarou durante a audiência.

Além disso, ele declarou não gostar de relações sexuais pagas. “Isso não me agrada, eu gosto é da festa”, insistiu. Sempre com as mãos cruzadas, Strauss-Kahn parecia tenso ao comparecer perante a Justiça para o início dos trabalhos que devem durar três dias no tribunal de Lille.

Ele manteve a sua linha de defesa adotada desde o início do caso, que o seu envolvimento junto a outros notáveis locais e ao proprietário de um bordel na Bélgica virou um circo judicial na França. Ao presidente o tribunal que lhe perguntou se ele tinha “mudado de ideia”, Strauss-Kahn disse: “Sobre o conhecimento da prostituição? Não”.

O carro do ex-líder do FMI foi alvo da fúria de um grupo de ativistas, que em topless mostraram o sentimento que nutrem ele.

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