Suborno coincidiu com doações ao PT

O valor do contrato era de R$ 216 milhões, o que representaria um pagamento de R$ 1 milhão à sigla

iG Minas Gerais |

São Paulo. O Diretório Nacional do PT rebateu levantamento da “Folha de S.Paulo” que identificou doações oficiais ao partido em valores e épocas que coincidem com as propinas relatadas pelo delator Pedro Barusco. Segundo o partido, “todas as doações são feitas na formas da lei e declaradas à Justiça Eleitoral”.  

Na tabela entregue à Justiça Federal, o delator indicou que 0,5% sobre o valor do contrato fechado pela estatal na refinaria de Paulínia (SP) com as empresas MPE e EBE foi destinado ao “Part”, sigla que usou para designar o PT.

O valor do contrato era de R$ 216 milhões, o que representaria um pagamento de R$ 1 milhão à sigla. Coincidentemente, em 2011, a sigla recebeu doações das empresas que, somadas, corresponderam a exatamente R$ 1 milhão.

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