Dirigente cruzeirense admite divergências, mas rechaça crise na Toca

Marcelo Oliveira expôs preocupação sobre contratações para o ataque e laterais e ausência de reforços para o o meio

iG Minas Gerais | Josias Pereira |

Antes de apresentar oficialmente o zagueiro Paulo André e o volante Willians como os novos reforços do Cruzeiro para a temporada, na tarde desta terça-feira, na Toca da Raposa, o gerente de futebol Valdir Barbosa foi questionado sobre as divergências entre diretoria e o treinador Marcelo Oliveira, diferenças estas que ficaram evidentes após o empate com a Caldense, por 1 a 1, no Mineirão, no último domingo.

Para explicar o desacordo nos discursos, o dirigente celeste chegou a utilizar-se de metáforas. Valdir admitiu a discordância de opiniões, mas tratou de rechaçar qualquer tipo de crise.

"Divergência de ideia sempre vai existir, existe discussão, mas é importante que o pai de família e os filhos tenham a capacidade de resolver estes problemas, Aqui no Cruzeiro, crise não perdura, às vezes nem existe. Está tudo bem, está tudo ok, agora é partir para os próximos jogos, com os jogadores que estão chegando", finalizou Valdir.

A polêmica teve início quando o técnico Marcelo Oliveira expressou sua preocupação com a quantidade de reforços contratados para o ataque e a lateral-esquerda, enquanto outros setores apresentam carências, principalmente o meio-campo. Na entrega do Troféu Guará, o presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, rebateu as declarações do comandante, que logo tratou de colocar panos quentes na situação.  

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