Avacoelhada

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Leo Condé, ex-treinador das categorias de base e com rápida passagem no profissional do América, demonstrou que um clube com baixo orçamento (Caldense) pode enfrentar de igual para igual um adversário com mais recursos financeiros (Cruzeiro). Aliás, em breve, a projeção nacional do Leo Condé deverá ser a mesma do Ricardo Drubsck e do Enderson Moreira, que foram campeões da Copa São Paulo de 1996 pelo Coelhãozinho nos cargos de técnico e preparador físico, e, atualmente, são os respectivos treinadores do Vitória e Santos. Em relação às duas primeiras rodadas do Mineiro, o time americano se nivelou ao Guarani e à URT em vez de fazer prevalecer superioridade técnica. Os lampejos de produtividade evidenciam a necessidade de mudanças para melhorar o desempenho. Ônibus da Avacoelhada para Juiz de Fora: contatos Saraiva 8857-5576 (WhatsApp), R$ 80.

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Ainda sobre a partida de domingo contra a Caldense, não gostei do primeiro tempo, afinal, não atacamos de forma contundente e nem criamos nada que tirasse o sossego da defesa adversária. Muitos colocam a culpa na ausência de um meia armador, e até o próprio Marcelo Oliveira anda cobrando a diretoria, entretanto isso não muda o fato de que o Cruzeiro é uma equipe muito superior, com atletas de melhor qualidade e renome. Ou seja, tinha a obrigação de sair com a vitória. Concordo que Julio Baptista, ao entrar, mudou a atitude da equipe, e fomos mais agudos no ataque, mas pra quem chegou da forma que ele veio, acho muito pouco. Entrosamento, ausência de peças, jogadores chegando e a equipe se reestruturando, concordo que tudo isso atrapalha. Só acho que vontade e raça superam dificuldades momentâneas. Se fizermos isso, teremos um Cruzeiro de encher os olhos.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Tudo normal no Campeonato Mineiro: o Galo segue líder com 100% de aproveitamento e nenhuma novidade. Então, quero aproveitar para falar de um cara importantíssimo nesse time: Luan, o maluquinho do Galo. Um jogador do tipo que todo treinador adora ter no time, cascudo, vibrante e disposto. Ele pode até não estar ainda um suprassumo tecnicamente, apesar de vir melhorando desde o ano passado, mas a sua vontade e disposição dentro de campo chamam a atenção, pois ele consegue contagiar os colegas com o ritmo alucinante que joga. Na vitória contra o Mamoré, sábado passado, notei que, enquanto Luan não se encontrou em campo, o nosso time teve dificuldades, mas bastou ele se encaixar no jogo para o time todo crescer com ele. Sem querer exagerar, eu acho que há muito tempo esse doidim tem sido a alma do nosso time. Um abraço a todos. Dá-lhe, Galo!

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