A miscelânea musical do Pequeno Céu

O Pequeno Céu entra em estúdio neste ano para gravar o terceiro disco, sucessor de “Sargaço”, de 2013.

iG Minas Gerais | lucas buzatti |

A banda vai do afrobeat ao samba, do rock ao jazz, sem tropeços
Bruna Ribeiro
A banda vai do afrobeat ao samba, do rock ao jazz, sem tropeços

O Pequeno Céu nasceu em 2009, fruto da inspiração musical e autodidata de Manuel Horta. O projeto surgiu como uma “one man band” instrumental do filho de Toninho Horta, que concebeu e gravou todas as 12 faixas do disco homônimo de estreia. “A minha criação musical é o meu berço propriamente dito. Eu nunca estudei música a sério, mas por outro lado não deixei de tocar e praticar em casa. Ver tantos shows do meu pai com certeza moldou minha cultura musical”, conta o guitarrista. Com o tempo, o som e a estrutura do grupo foram repaginados: hoje, são sete integrantes, que despejam suas inspirações pessoais nas composições. “Escutamos um pouco de tudo, mas as principais influências da banda são Toe, Hurtmold, Fela Kuti, Dorival Caymmi, Miles Davis, Naná Vasconcelos e Jaga Jazzist”, revela o percussionista Renato Moura, sobre os ingredientes da salada musical. O Pequeno Céu entra em estúdio neste ano para gravar o terceiro disco, sucessor de “Sargaço”, de 2013. “O álbum traduz o encontro desses sete músicos e foi gravado ao vivo, o que muda muito a energia do próprio som”, completa Moura. Os dois discos estão disponíveis para audição em soundcloud.com/pequeno-ceu.

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