Como se fosse a primeira

No ar em “Império”, folhetim das nove de Aguinaldo Silva, Lidi Lisboa conta que ainda fica ansiosa nas gravações

iG Minas Gerais | luana borges |

Humor. Lidi conta que vertente cômica de sua personagem foi surgindo aos poucos no texto
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Humor. Lidi conta que vertente cômica de sua personagem foi surgindo aos poucos no texto

Lidi Lisboa se considera uma eterna aprendiz. Na TV desde “A Padroeira”, novela exibida pela Globo em 2001, ela encara cada novo trabalho como uma grande novidade. No ar em “Império”, na pele de Kelly, a atriz confessa ainda sentir frio na barriga quando entra no estúdio para gravar suas cenas. “Fico nervosa sempre. Às vezes, me dá aquela palpitação porque detesto errar, mas acontece. Se erro o texto, fico maluca, mas agora já estou lidando melhor com isso”, analisa.

Ao longo de sua trajetória, Lidi se acostumou a participar de testes para conquistar personagens nas produções de TV. Mas essa rotina foi quebrada pela primeira vez em “Império”. Isso porque a produtora de elenco, que já havia trabalhado com a atriz em “Paraíso”, de 2009, a convidou para interpretar a personagem, sem que fosse preciso passar por qualquer avaliação. “Acho importante fazer teste, mas é uma coisa tensa. É muito bacana receber um convite e saber que pensaram em você para um papel”, comemora.

Na história de Aguinaldo Silva, Kelly é a divertida empregada de Maria Ísis, papel de Marina Ruy Barbosa. No início da trama, ela trabalhava na casa de José Alfredo, protagonista de Alexandre Nero, e acabou sendo demitida pelo mordomo Silviano, de Othon Bastos. O comendador, então, a levou para trabalhar na casa de sua amante com o objetivo inicial de ter alguém vigiando a jovem. Com o passar dos capítulos, as duas se tornaram confidentes e Kelly virou uma das pessoas de confiança de José Alfredo. Mas a vertente cômica da personagem sempre esteve presente. “O humor veio no texto e eu fui dando uma moldada, vendo o que funcionava”, explica.

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