Em dia com encontro com Dilma, Cunha diz que é "muito previsível"

Na liderança do PMDB, principal aliado do Planalto, Cunha chegou a liderar rebeliões contra o governo

iG Minas Gerais | Folhapress |

Brazil's President Dilma Rousseff, presidential candidate for re-election of the Workers Party (PT), talks about the results of the general elections during a press conference, in Brasilia, Brazil, Sunday, Oct. 5, 2014. Official results showed Sunday that President Dilma Rousseff will face challenger Aecio Neves in a second-round vote in Brazil's most unpredictable presidential election since the nation's return to democracy nearly three decades ago. (AP Photo/Eraldo Peres)
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Brazil's President Dilma Rousseff, presidential candidate for re-election of the Workers Party (PT), talks about the results of the general elections during a press conference, in Brasilia, Brazil, Sunday, Oct. 5, 2014. Official results showed Sunday that President Dilma Rousseff will face challenger Aecio Neves in a second-round vote in Brazil's most unpredictable presidential election since the nation's return to democracy nearly three decades ago. (AP Photo/Eraldo Peres)

Considerado um aliado rebelde, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta quinta-feira (5) que tem um comportamento muito previsível e que não haverá surpresas para o governo em relação à chamada "pauta-bomba", que reúne projetos com impacto fiscal.

Cunha se reúne na tarde desta quinta (5) com Dilma, o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Este será o primeiro encontro de Cunha com Dilma após a ofensiva que o governo deflagrou para tentar esvaziar sua candidatura à presidência da Casa.

Questionado se sob seu comando o Planalto pode correr risco de ver pauta-bomba, ele desconversou. "Minha postura, não só agora, mas como líder do PMDB, sempre foi combater qualquer coisa que acompanhe, impeça o país de conseguir controlar suas contas públicas. Jamais fomos favoráveis a pauta-bomba. Nunca tive essa postura como líder. Se não tive como líder, não será como presidente que a gente vai ter. Sou muito previsível. É só olhar como eu me comportei, que eu vou continuar me comportando", disse.

Na liderança do PMDB, principal aliado do Planalto, Cunha chegou a liderar rebeliões contra o governo.

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