Depoimento de tesoureiro não cria constrangimento, diz ministro

Em nova fase da Operação Lava Jato, deflagrada na manhã desta quinta, Vaccari foi levado à PF, que espera obter informações sobre doações ao partido

iG Minas Gerais | Folhapress |

SP - LAVA JATO/PF/MANDADOS/JOÃO VACCARI NETO - POLÍTICA - O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, chega à   Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) na Lapa, zona   oeste de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (05), durante a   nona fase da Operação Lava Jato. O tesoureiro do PT foi citado   em depoimentos da investigação, entre eles os prestados pelo   doleiro Alberto Youssef, como operador do esquema de   corrupção na Petrobras, que envolvia repasses de recursos   desviados de grandes obras da estatal para o partido.   05/02/2015 - Foto: FELIPE RAU/ESTADÃO CONTEÚDO
ESTADÃO CONTEÚDO
SP - LAVA JATO/PF/MANDADOS/JOÃO VACCARI NETO - POLÍTICA - O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, chega à Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) na Lapa, zona oeste de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (05), durante a nona fase da Operação Lava Jato. O tesoureiro do PT foi citado em depoimentos da investigação, entre eles os prestados pelo doleiro Alberto Youssef, como operador do esquema de corrupção na Petrobras, que envolvia repasses de recursos desviados de grandes obras da estatal para o partido. 05/02/2015 - Foto: FELIPE RAU/ESTADÃO CONTEÚDO

O ministro Pepe Vargas (Relações Institucionais) afirmou nesta quinta-feira (5) que a condução coercitiva do tesoureiro do PT, João Vaccari, que foi levado a depor na Polícia Federal, não cria constrangimento para o governo.

"Para o governo não cria constrangimento algum. Se houver o envolvimento de alguma pessoa do PT, o PT terá que tomar as atitudes que tem que ser tomadas. Vamos aguardar o desdobramento desses episódios", disse.

Em nova fase da Operação Lava Jato, deflagrada na manhã desta quinta, Vaccari foi levado à PF, que espera obter informações sobre doações ao partido por empresas que mantinham contrato com a Petrobras.

"Nem sempre essas doações passam pelo caminho legal", afirmou o procurador Carlos Fernando Lima.

Ele foi conduzido coercitivamente à PF para esclarecer o "pedido de doações legais e ilegais envolvendo pessoas que não tinham contrato com a Petrobras", segundo o delegado federal Igor Romário de Paula.

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