Costa e Duque levaram R$ 15 milhões

O consórcio foi formado para execução de obras na Refinaria Henrique Lange, em São José dos Campos (SP), por R$ 1,5 bilhão

iG Minas Gerais |

São Paulo e Curitiba. O delator Júlio Gerin Camargo afirmou ontem que como representante do consórcio Ecovap, formado pelas empreiteiras OAS, SOG Óleo e Gás e Toyo Engeneering pagou R$ 15 milhões em propina para os ex-diretores da Petrobras Renato Duque e Paulo Roberto Costa.

Os valores teriam sido remetidos ao exterior, por meio de transferência oficiais dentro do sistema de controle do Banco Central, por meio de suas três empresas de consultoria. “Nesse (contrato do consórcio Ecovap) foram R$ 15 milhões em duas áreas, engenharia metade e outra metade para abastecimento”, afirmou Camargo, em depoimento à Justiça Federal na ação penal em que executivos da OAS são réus.

O consórcio foi formado para execução de obras na Refinaria Henrique Lange, em São José dos Campos (SP), por R$ 1,5 bilhão. “(Na Diretoria de) Abastecimento iria para o doutor Paulo Roberto e (na Diretoria de) Engenharia Renato Duque”.

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