Mídia internacional destaca a saída de Foster nesta quarta-feira

Jornais e sites citam o contexto em que se deu a saída da diretoria da Petrobras, como os "escândalos de corrupção"

iG Minas Gerais | da redação |

Site Bloomberg destaca a saída da diretoria em meios aos escândalos de corrupção
reprodução/ bloomberg.com
Site Bloomberg destaca a saída da diretoria em meios aos escândalos de corrupção

Com a recente especulação da saída da presidente da Petrobrás, Graça Foster, e sua renúncia confirmada nesta quarta-feira (4) junto a outros cinco diretores, a imprensa internacional destaca o momento que deve ser de revisão nos projetos da empresa.

O site do jornal britânico "Finantial Times", por exemplo, manchetou nesta quarta o assunto: “Presidente da Petrobras renuncia diante de corrupção”. O teor da notícia é a reunião que durou mais de duas horas nessa terça-feira, entre Foster e a presidente Dilma Rousseff. O site também diz que apesar de não ter sido comprovado o envolvimento da, agora, ex-presidente da empresa nas denúncias de corrupção, ela é acusada de ter ignorado as denúncias feitas por funcionários da Petrobras em relação ao esquema de corrupção.

A página da emissora "BBC" de televisão em Londres também destaca a saída de Foster “em meio aos escândalos de corrupção” que envolveriam o partido de Rousseff.

Já o principal jornal de economia da França, o “Les Echos”, dá destaque em sua primeira página sobre o assunto e lembra que a saída da direção havia sido sugerida pelo Procurador-Geral da República e que o mercado antecipou o anúncio nessa terça com a forte disparada das ações da empresa.

O espanhol “El País” destacou na capa que a ex-presidente da Petrobras e Rousseff são amigas pessoais e que, há cerca de um mês, a presidente do Brasil havia descartado a possibilidade de substituir Foster na Petrobrás.

O “The New York Times” chegou a antecipar nessa terça-feira a saída de Foster e o “Le Monde” também destacou o assunto nesta quarta-feira. Já a “Bloomberg”, especializada no mercado financeiro, chegou a relacionar a renúncia com o caso de corrupção da “Lava Jato”.