Técnico de rival de Anderson pede que resultado da luta seja alterado

Spider foi pego em exame antidoping realizado no dia 9 de janeiro; a informação foi divulgada pelo UFC na noite desta terça-feira

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

LAS VEGAS, NV - JANUARY 31: Anderson Silva punches at Nick Diaz in their middleweight bout during UFC 183 at the MGM Grand Garden Arena on January 31, 2015 in Las Vegas, Nevada. Silva won by unanimous decision.   Steve Marcus/Getty Images/AFP
AFP
LAS VEGAS, NV - JANUARY 31: Anderson Silva punches at Nick Diaz in their middleweight bout during UFC 183 at the MGM Grand Garden Arena on January 31, 2015 in Las Vegas, Nevada. Silva won by unanimous decision. Steve Marcus/Getty Images/AFP

 O técnico do lutador americano Nick Diaz, o brasileiro Cesar Gracie, pediu que o resultado da luta contra Anderson Silva, realizada na madrugada do último domingo (1º), seja revertido.

Silva foi pego em exame antidoping realizado no dia 9 de janeiro. A informação foi divulgada pelo UFC na noite desta terça-feira (3).

"Na minha opinião, o resultado tem que ser revertido porque temos um cara que usou drogas para melhorar o seu desempenho", disse Gracie em entrevista ao site TMZ.

"Eu entendo isso. Silva está chegando a uma idade mais avançada [ele tem 39 anos], mas se você precisa de esteroides para lutar, então você não deveria estar lutando", afirmou o técnico sobre o brasileiro, que venceu Diaz por decisão unânime.

O americano também foi pego no doping. Em exame realizado no dia da luta, foi detectado no exame de urina de Diaz o uso de maconha. Gracie, no entanto, minimizou.

"Qualquer um com a metade de um cérebro sabe que a maconha não aumenta a performance", afirmou o treinador.

O UFC diz que mais testes serão realizados para confirmar o resultados do exame. Caso o doping de Silva seja confirmado, o lutador poderá sofrer sanções devido ao teste positivo.

Entre as punições aplicadas pelo UFC estão a suspensão e até banimento das lutas de MMA. Em casos como o do brasileiro, a suspensão costuma ser de até um ano.

Leia tudo sobre: nick diazmmaanderson silvaufclutaantidoping