Efetivo é pequeno também na polícia

iG Minas Gerais |

A Polícia de Meio Ambiente, que atende os 40 municípios da região metropolitana de Belo Horizonte, tem um efetivo de 130 homens para repressão e prevenção de crimes nas áreas de recursos hídricos, fauna, flora, pesca, mineração, degradação, poluição (incluindo pichações). E o Igam é apenas um dos órgãos ambientais em que os policias atuam em convênio na fiscalização.

“É muita responsabilidade para 130 policiais, que ainda se dividem nos pelotões em sete cidades”, disse o sargento da assessoria de comunicação Alexander Borges. No interior, as companhias de meio ambiente acumulam a tarefa de batalhão de trânsito.

Para fiscalizar os crimes ambientais, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente montou a Subsecretaria de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada (Sucfis), que tem a participação de dez técnicos do Igam, e são, ao todo, 70 fiscais habilitados para atuar em situações como uso irregular de recursos hídricos e nas áreas industrial e florestal. Ontem, mostrou que 224,4 m³ de água bruta são explorados por segundo em Minas por meio de outorgas, que devem ser monitoradas.O TEMPO

“Não é só fechar as torneiras, tem que evitar desmatamento, desvio de cursos d’água, intervenções em áreas de preservação”, finalizou o sargento Alexander Borges. (JS)

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