George Hilton já balança no cargo de ministro do Esporte

iG Minas Gerais |

Senadora e noiva. A ministra Kátia Abreu deu uma pausa na vida de ministra de Estado para tomar posse no Senado, votar em Renan Calheiros e depois correr para seu casamento. Ela exerceu o sufrágio rapidamente no Congresso e correu para se casar com o engenheiro agrônomo Moisés Pinto Gomes, seu assessor no Ministério da Agricultura. É o segundo casamento de Kátia, que ficou viúva aos 25 anos. Na fot,o ela é levada ao altar pelos filhos.
Facebook/Reprodução
Senadora e noiva. A ministra Kátia Abreu deu uma pausa na vida de ministra de Estado para tomar posse no Senado, votar em Renan Calheiros e depois correr para seu casamento. Ela exerceu o sufrágio rapidamente no Congresso e correu para se casar com o engenheiro agrônomo Moisés Pinto Gomes, seu assessor no Ministério da Agricultura. É o segundo casamento de Kátia, que ficou viúva aos 25 anos. Na fot,o ela é levada ao altar pelos filhos.

O ministro do Esporte, George Hilton (PRB), pode ser o primeiro a perder o cargo no governo Dilma Rousseff (PT). De acordo com informações obtidas pela coluna, a presidente já até pediu ao partido que indique outro nome para ocupar o cargo. Os motivos que levam à possibilidade vão desde informações que chegam à presidente sobre denúncias prestes a estourar na imprensa contra o atual ministro, até o fato de o partido não ter conseguido convencer sua bancada a abandonar a candidatura de Eduardo Cunha na disputa pela Câmara. Também pesa o fato de o ministro ter sido atabalhoado nas primeiras entrevistas, dizendo inclusive não entender da área. Sua indicação rendeu muitas críticas, inclusive do Bom Senso, movimento de atletas que tem sido ouvido pela presidente com frequência.

O Aparte, que divulgou com exclusividade a possibilidade de Hilton ser ministro semanas antes da indicação, apurou que membros do partido agora cogitam sugerir para a pasta o nome de Anderson Adauto, ex-ministro dos Transportes no governo Lula.

Ele deixou o cargo em 2004 para se candidatar à Prefeitura de Uberaba e governou o município até 2012. Ex-PR, Anderson Adauto se filiou ao PRB em 2013 para concorrer a uma vaga de deputado federal. Acabou tendo o registro indeferido pela Justiça. No entendimento do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), estava inelegível por ter sido condenado por decisão colegiada em um caso envolvendo gastos com publicidade.

Disposto a entrar novamente na disputa para o comando de Uberaba em 2016, Adauto é uma das grandes apostas do PRB, ao lado de Hilton, que tentará a Prefeitura de Contagem. Por isso, a substituição é considerada a menos traumática na legenda.

Questionadas sobre o caso, as assessorias do PRB no nível estadual e federal disseram que nenhuma informação nesse sentido circula no partido. Adauto não foi encontrado para comentar a possibilidade. Medalhas na Câmara Já tramita o Projeto de Resolução 1.429/2015, que regulamenta a concessão de homenagens pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. Pela proposta da Mesa Diretora, o Grande Colar do Mérito Legislativo passará a ser realizado na própria Casa e com uma limitação no número de homenageados. Além do indicado de cada vereador, a Mesa poderá escolher outros dez homenageados, totalizando 51 nomes anualmente. Isso deve reduzir o custo do evento. Em novembro do ano passado, o <CF82>Aparte</CF> mostrou que foram gastos R$ 222 mil com a 12ª edição do evento. Na ocasião, 99 personalidades receberam as homenagens entregues pelos vereadores, e o evento foi realizado no Minascentro. A Câmara gastou R$ 28,8 mil só com o aluguel do espaço.

Justiça nega falência a Rural A Justiça de Minas negou o pedido de autofalência do Banco Rural, que ficou conhecido pelo escândalo do mensalão. O banco teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em agosto de 2013. Com a falência negada, o banco continuará em regime especial de liquidação, em que os bens e os demais ativos são gerenciados pelo liquidante Osmar Brasil de Almeida, nomeado pelo Banco Central. Segundo o juiz Ronaldo Claret, da 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte, o pedido de autofalência foi feito pelo liquidante sem a realização de uma assembleia de acionistas, como pede a lei. A Procuradoria Geral do Banco Central vai recorrer da decisão. No julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal concluiu que o Rural deu suporte ao esquema, alimentando-o com empréstimos fraudulentos.

FOTO: facebook/reprodução Senadora e noiva. A ministra Kátia Abreu deu uma pausa na vida de ministra de Estado para tomar posse no Senado, votar em Renan Calheiros e depois correr para seu casamento. Ela exerceu o sufrágio rapidamente no Congresso e correu para se casar com o engenheiro agrônomo Moisés Pinto Gomes, seu assessor no Ministério da Agricultura. É o segundo casamento de Kátia, que ficou viúva aos 25 anos. Na fot,o ela é levada ao altar pelos filhos.

Fim do dinheiro O deputado federal mineiro Reginaldo Lopes (PT) apresentou no primeiro dia da legislatura um projeto bastante polêmico. Ele defende o fim “da produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, e determina que as transações financeiras se realizem apenas por meio do sistema digital”. Cédulas de dinheiro só poderiam existir para fins de registro histórico. Os pagamentos com cartões passariam a ocorrer sem cobrança de taxa pelos bancos. A proposta é que a lei entre em vigor cinco anos após ser aprovada, promulgada e publicada, se isso vier a acontecer.

'É simples’ Na justificativa, Reginaldo Lopes argumenta que “a tecnologia proporciona todas as condições para que pagamentos, inclusive de pequenos valores, possam ser feitos sem a necessidade de se portar dinheiro em espécie”. Ele diz que “é muito mais simples do que parece”, citando que há 50 milhões de pessoas usando cartões magnéticos para receber benefícios, e 51% da população com conta bancária. Para Lopes, o fim do dinheiro acabaria com assaltos a banco, roubos e com a sonegação. O petista cita a Noruega, onde, segundo ele, apenas 4% das transações são feitas em dinheiro.

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