‘Seriam medidas disciplinadoras’

O coordenador do projeto Água para a Vida, da organização não governamental WWF, Glauco de Freitas, lamenta o arquivamento dos projetos

iG Minas Gerais | Tâmara Teixeira |

A reportagem procurou especialistas na questão hídrica para que pudessem analisar se as propostas arquivadas na Assembleia de Minas poderiam mesmo conter o desperdício e contribuir com a conscientização sobre o mau uso da água. Eles concordam que as ações seriam um avanço e lamentam que se percam.  

Para o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, Marcus Vinicius Polignano, as matérias não são onerosas e, na prática, poderiam ser absorvidas pela sociedade. “Seriam medidas disciplinadoras importantes. Toda a sociedade precisa colaborar. O Legislativo precisa assumir responsabilidade e ajudar na elaboração de leis que permitam o uso inteligente da água”.

Polignano espera que os deputados que tomam posse amanhã façam um mutirão para que essas pautas voltem a ser discutidas. A expectativa é que, dessa vez, elas não fiquem só no campo das ideias.

O coordenador do projeto Água para a Vida, da organização não governamental WWF, Glauco de Freitas, lamenta o arquivamento dos projetos. “É uma pena que sejam arquivados. A Copasa, independentemente disso, poderia criar medidas como bônus para quem economiza água”, afirma Freitas. Na última quinta-feira, o governador Fernando Pimentel (PT) descartou o desconto para quem economizar. 

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