PT calcula 'traições' dentro do partido à candidatura de Chinaglia

Segundo o levantamento, pelo menos sete dos 69 deputados petistas que tomam posse no domingo (1º) não devem apoiar Chinaglia

iG Minas Gerais | Folhapress |

José Cruz/ABr
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A coordenação da campanha do deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP) à presidência da Câmara começou a mapear as dissidências da bancada do PT na eleição.

Segundo o levantamento, pelo menos sete dos 69 deputados petistas que tomam posse no domingo (1º) não devem apoiar Chinaglia.

De acordo com integrantes da campanha, as justificativas vão desde desentendimentos pessoais até problemas de correntes internas.

Circulam na lista de traições os deputados: Gabriel Guimarães (MG), José Airton (CE), Beto Faro (PA), José Mentor (SP), Luiz Sérgio (RJ), Assis Carvalho (PT-PI) e Vander Loubet (MS).

No comando da candidatura petista, há a expectativa de que eles sejam pressionados pela direção do PT a mudar o voto.

A campanha adversária do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) calcula reunir 20 votos de petistas.

Apesar de ter dito que se manteria distante da campanha, o Planalto entrou de cabeça na disputa pelo comando da Câmara, mobilizando ministros do PT e de outros partidos para turbinar a candidatura de Chinaglia.

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