Camargo Corrêa pode fazer acordo de delação premiada com MPF

O presidente da empreiteira, Dalton dos Santos Avancini, e o presidente do conselho de administração, João Ricardo Auler, continuam detidos na carceragem da PF

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Acusação é de superfaturamento em obras públicas e propina a políticos
MARCELO XIMENEZ/AGÊNCIA ESTADO
Acusação é de superfaturamento em obras públicas e propina a políticos

Após envolvimento nas investigações da Operação Lava Jato, a Camargo Corrêa pode entrar em acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal.  As informações foram publicadas nesta sexta-feira (30), na coluna da jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. 

O presidente da empreiteira, Dalton dos Santos Avancini, e o presidente do conselho de administração, João Ricardo Auler, continuam detidos na sede da Polícia Federal em Curitiba.

Na quarta-feira (28), os advogados da construtora enviaram pedido de anulação da investigação da Polícia Federal, que apura desvios de dinheiro da Petrobras.

A justificativa dos representantes da empresa é de que as interceptações telefônicas que deram origem à investigação, feitas em 2013 pela PF, não cumpriram todas as exigências legais.