Bate debate 30/1/2015

iG Minas Gerais |

As mudanças   Gilberto André Assessor político   É evidente que nos dias de hoje a grande maioria da população brasileira tem motivos plausíveis para reafirmar que vivemos em um país melhor, com mais oportunidades, inserção, democracia, valorização do ser humano, cidadão, crescimento pessoal e profissional. São mais de 35 milhões de brasileiros que saíram da margem da pobreza. A nova política de inclusão, que inseriu milhões de pessoas na nova classe média por meio de políticas públicas emancipatórias, com oportunidades de ingresso às faculdades e universidades, cursos técnicos, sendo um programa de educação de qualidade colocou o Brasil em um novo patamar no cenário mundial, sendo então, reconhecido e respeitado.    São brasileiros que nunca antes na história deste país haviam tido oportunidades. É evidente também que ainda tem muito que se realizar, referente à saúde, segurança, moradia, educação, mobilidade urbana, reforma da comunicação para findar de vez a impunidade e corrupção, a reforma política que com certeza irá moralizar e democratizar o processo eleitoral brasileiro. Para tanto foi que a grande maioria optou por reeleger o projeto do partido dos trabalhadores, para dar continuidade a um governo popular democrático inclusivo e emancipatório, onde todos tem vez e voz, onde se governa para ricos e pobres, negros, índios e brancos, ou seja, um governo sem preconceito.    Mas, é estarrecedor ver e ouvir as opiniões de muitos que não aceitam esta realidade do novo Brasil. Uma parcela daqueles que sempre ocuparam o poder, sempre tiveram privilégios, com tudo do bom e do melhor enquanto uma grande maioria expressiva vivia de migalhas e sem oportunidades, não aceitam a inversão da pirâmide social. Uma parcela da elite e da mídia que reivindica um espaço somente para eles e que não querem dividir parte das riquezas deste país com outra grande parcela que sempre foi desprovida de direitos e oportunidades.    É tedioso ver e ouvir uma elite composta de incônditos que depois de um processo eleitoral democrático e lícito não aceita a derrota do projeto da burguesia e usam de vários adjetivos preconceituosos para atingir os que votaram no PT reelegendo a presidenta Dilma. Muitos destes agora pregam que o Brasil deve ser separado, alguns ainda sonham com o projeto separatista do país dos pampas, outros querem que se construa um muro unificando o sul e o sudeste para poderem diferenciar-se dos nordestinos. Grande tolice.    Gostaria de parafrasear Martin Luther King, um grande líder, que ao discursar disse que “com esta fé, nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos”. Com esse memorável discurso quero encerrar esta reflexão, com a seguinte convicção de que devemos continuar unidos, lutando, rezando, trabalhando e construindo juntos um Brasil para todos brasileiros. Construindo um Brasil, sem preconceitos. O Brasil é para todos, respeitando suas diferenças, culturas, religiosidades, seja branco, negro, índio, e ou oriundos de outras nacionalidades que escolheram esta nação-paraíso, abençoada por Deus. Viva o Brasil e o povo brasileiro. 

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