Receitas ao redor do mundo

Mas não há necessidade de ser tão exigente ou estar na dieta paleo para gostar de um bom caldo

iG Minas Gerais |

Nova York. Muitas cozinhas asiáticas têm uma versão do caldo, muitas vezes uma combinação de aves inteiras e mariscos frescos ou secos com ossos e pés dando sua contribuição para os nutrientes na panela.  

No século XII, o cliché da “penicilina judaica” nasceu quando o médico Maimonides escreveu que sopa de galinha “é recomendada como uma comida excelente, assim como um remédio”.

No Caribe, come-se sopa de pé de vaca, rica em colágeno, como um café da manhã reforçado ou para qualquer tipo de mal.

A sopa coreana seolleongtang e o japonês tonkotsu são caldos grossos e cremosos com gorduras e proteína mioglobina do tutano.

Na França, existem separações estritas entre os caldos – vitela leve, vitela escura, frango cru, frango assado – mas todos são, de preferência, perfeitamente claros, o suficiente para que se leia a data de uma moeda no fundo da panela, de acordo com a tradição francesa.

Mas não há necessidade de ser tão exigente ou estar na dieta paleo para gostar de um bom caldo. Prepará-lo é tão fácil quanto conseguir ossos frescos e carnudos – de preferência que incluam algumas articulações e cartilagens –, cobri-los com água e mexer com paciência até que o caldo fique com um gosto bom.

“Minha avó costumava beber um copo de caldo de galinha todos os dias, mesmo em dias muito quentes”, conta Carl Hoffman. Sua avó Estelle Hoffman morreu com 106 anos, diz ele: “Ela o chamava de sua fonte da juventude”. 

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