Evo Morales pede que Obama suspenda bloqueio a Cuba

Evo Morales pede que Obama suspenda bloqueio a Cuba

iG Minas Gerais | AFP |

Bolivian President Evo Morales waves before the 2015 Dakar Rally stage 8 between Uyuni, Bolivia and Iquique, Chile, on January 12, 2015. The Uyuni salt flat is the lasrgest in the world, located in Bolivia near the crest of the Andes, some 3,650 metres above sea level. AFP PHOTO / FRANCK FIFE
AFP PHOTO / FRANCK FIFE
Bolivian President Evo Morales waves before the 2015 Dakar Rally stage 8 between Uyuni, Bolivia and Iquique, Chile, on January 12, 2015. The Uyuni salt flat is the lasrgest in the world, located in Bolivia near the crest of the Andes, some 3,650 metres above sea level. AFP PHOTO / FRANCK FIFE

O presidente boliviano, Evo Morales, pediu nesta quinta-feira que o presidente americano, Barack Obama, suspenda o embargo sobre Cuba e devolva à ilha o território de Guantánamo.

"A aproximação de Washington e Havana é uma resposta ao reconhecimento de que o resto dos países do continente estavam investindo na ilha caribenha e (os Estados Unidos) não queriam ficar de fora", disse Morales em coletiva de imprensa na Costa Rica, durante a III Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac).

"Tomara que Obama vá à Cúpula das Américas no Panamá e suspenda o bloqueio econômico (contra Cuba). Tomara que vá ao Panamá devolvendo Guantánamo e fechando essa prisão. Aí sim vamos ver que está em posição de mudar suas relações com Cuba e com a Venezuela", afirmou o governante boliviano, que em dezembro iniciou seu terceiro mandato.

Morales foi questionado sobre a visita do papa Francisco neste ano à Bolívia. Para o presidente, trata-se de uma missão pastoral para a promoção da fé.

"Eu entendo que o papa vem aprofundar a fé religiosa, para isso o convidamos", afirmou Morales negando as declarações atribuídas a autoridades chilenas de que a Bolívia quer utilizar a visita do pontífice para promover sua posição na disputa com o Chile por uma saída ao mar.

"Se o Chile tem medo (da visita papal) é problema dele", manifestou o presidente boliviano.

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