Água virá do rio Paraopeba

Ainda conforme o professor, transposições demandam recursos. “Quando se faz a conta dos benefícios sociais, vira um investimento

iG Minas Gerais | Bernardo Miranda |

Apesar de ainda depender de um estudo, o professor Adelbanir Braz, do departamento de geologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explica que a obra pretendida pelo Estado é possível mesmo com o baixo nível do Sistema Paraopeba porque a transposição vai retirar água do próprio rio, não como é feito hoje, de seus afluentes, que sofrem mais com a seca. “O Paraopeba chega nesse ponto com uma vazão maior, suficiente para fazer essa captação”, afirma o especialista.

Ainda conforme o professor, transposições demandam recursos. “Quando se faz a conta dos benefícios sociais, vira um investimento. O valor depende do tamanho do canal e da distância, mas não são obras baratas”. 

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