Aliança terá que se adequar às regiões

iG Minas Gerais | Guilherme Reis |

Embora o pacto entre PV, PPS, Solidariedade (SD) e PSB possa resultar em conflitos para escolher o candidato à Prefeitura de Belo Horizonte em 2016, uma das possíveis candidatas, a próxima secretária de Governo da capital, Luzia Ferreira (PPS), acredita que a “federação partidária” nacional vai respeitar as especificidades de cada região.  

“Mesmo que as legendas caminhem juntas por todo o país, cada cidade tem seu cenário político. As conjunturas são diferentes, e acredito que isso será respeitado”, alegou a deputada.

Luzia, no entanto, acha possível que os partidos entrem em acordo para lançar um nome único. “As conversas entre as legendas vão se acentuar nos próximos meses. Como o canal de diálogo é aberto, podemos chegar a um consenso. Precisamos analisar como estarão as tendências”, avalia. O presidente do SD em Minas, Zé Silva, não encara a quantidade de possíveis candidatos à Prefeitura da capital como problema, “já que são quadros qualificados”. “Com a junção das legendas, muitos quadros qualificados estão juntos. Qualquer aliança gostaria de ter um problema desses. Vamos discutir e analisar qual nome se enquadra melhor para concorrer. Com diálogo, isso pode acontecer sem problemas”, reiterou Zé Silva.

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