Praia Clube quer manter ritmo para entrar o quanto antes no G-4

Equipe de Uberlândia enfrenta time de campanha bem abaixo nesta terça-feira e busca vitória para seguir incomodando Pinheiros

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Praia precisou de cinco sets para bater time que não brigará pela parte de cima da tabela
Divulgação
Praia precisou de cinco sets para bater time que não brigará pela parte de cima da tabela

O Dentil-Praia Clube entra em quadra nesta terça-feira, às 20h, fora de casa, dando sequência no seu maior objetivo dentro da Superliga feminina: entrar no G-4. O time de Uberlândia vai em busca dos três pontos contra o São Bernardo Vôlei-SP, no ABC paulista, para seguir incomodando o Pinheiros-SP, atual quarto colocado. Apenas dois pontos separam os dois times na tabela depois de 15 jogos realizados. O confronto será válido pela quarta rodada do returno.

Para passar pelo adversário em jogo de até três sets e não deixar pontos escaparem, principalmente contra times que estão na parte de baixo da tabela, o Praia precisará entrar bem. A concentração desde o início poderá fazer a diferença para que altos e baixos, que insistiram em aparecer na atual temporada, não atrapalhem o plano de uma posição mais alta na tabela.

Os quatro primeiros colocados jogam com a vantagem, nas quartas de final, escolhendo o local da primeira e terceira (se necessária) partidas.

"Acredito que, até o final, vamos estar nesta briga com Pinheiros e também com o Minas. Precisamos jogar bem para chegar com tudo nos playoffs e buscar uma classificação inédita para as semifinais. Este é o nosso objetivo", indica o técnico Ricardo Picinin.

Depois de ter o retorno da ponta cubana Daimy Ramirez contra o Minas, há duas rodadas, Picinin ainda tenta fazer com que o time se ajeite ao entra e sai de jogadoras que tem impedido uma regularidade maior. O São Bernardo está em nono lugar, a oito pontos do G-8 e mostra preocupação com o poderio ofensivo do time de Uberlândia, que possui jogadoras de qualidade, como a ponta Sassá e a oposta Tandara.

"Elas têm um poder de ataque bem potente. Temos que pensar em defender e bloquear para tentar parar uma das atacantes ou, quem sabe, as duas. Precisamos rodar a bola e ter o contra-ataque. Elas também veem com um bloqueio alto, possuem duas centrais muito boas, mas estamos confiantes em um momento crescente", analisa a ponta Mari Helen.