A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Hoje a academia celeste entra em campo contra o Shakhtar Donetsk para os nossos guerreiros pegarem ritmo de jogo. O ex-ídolo que atuou do outro lado e joga hoje no Shakhtar já sabe quem somos: o time que fez seis gols numa partida épica em que ele estava em campo, e essa marca ele levará para sempre. Espero ver um meio de campo com maior mobilidade e velocidade, e uma equipe com mais vontade de jogo, pois quando o Cruzeiro entra em campo, cada atleta que veste a camisa estrelada deve entender que somos uma torcida acostumada com vitórias e grandes conquistas. E nessas idas e vindas que o futebol proporciona, é hora de dar um até logo para o nosso jovem craque Lucas Silva, que vai mostrar seu talento em outro gigante do futebol mundial. Nosso agradecimento por tudo o que fez por nós.

Avacoelhada

Lateral esquerda, segundo volante e dupla de meias ofensivos são posições preocupantes. Bryan e Xavier são mais produtivos e eficientes na parte ofensiva. Uma solução seria utilizar o 3-5-2, com a liberação dos alas. Outra possibilidade é a escalação dos dois jogadores para compor o lado esquerdo, repetição da formação usada com Raul e Gilson. Ainda, Williams, que é mais defensivo. A escalação do Leandro Guerreiro e Thiago Santos limita a velocidade de transição. Ambos são primeiros volantes. Luís Felipe é opção para qualificar a troca de passes na saída de bola. Diego Lorenzi é desconhecido, Diego Henrique deixou de ser aproveitado e Renato Bruno foi pouco utilizado nos coletivos de 2015. Na articulação, Mancini perdeu a titularidade em 2014. Felipe Amorim e Pedrinho vão precisar mostrar capacidade de chamar a responsabilidade.

A voz da Massa

Saudações alvinegras. Hoje eu vou fugir à temática da parte tática do futebol para falar de uma notícia que deu no Super Notícia ontem – a de que o técnico Levir Culpi distribuiu o seu prêmio da Copa do Brasil para os funcionários da Cidade do Galo. A notícia surpreendeu a muita gente, mas não a mim, que tive a honra de trabalhar com ele quando eu jogava bola. Em todas as equipes em que estive com Levir Culpi eu o vi praticar esse gesto nobre de bondade e humildade. Agora a notícia correu, mas ele nunca quis fazer alarde disso. Quem o conhece sabe que Levir Culpi é de um caráter excepcional, um guerreiro que faz jus a cada centímetro do enorme sucesso que ele tem. Não é à toa que todos o respeitam e admiram. Tenho muito orgulho de ter trabalhado com esse homem fantástico. Deixei de ser seu aluno há algum tempo, mas ainda continuo aprendendo com ele. Boa, professor!

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