Em constante crescimento

De artista mirim a ator e músico, Leandro Léo relembra de sua trajetória no universo artístico

iG Minas Gerais | anna bittencourt |

‘Fomos descobrindo coisas que não tínhamos acesso, tanto cultural quanto financeiramente’
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‘Fomos descobrindo coisas que não tínhamos acesso, tanto cultural quanto financeiramente’

Aos 27 anos, Leandro Léo já fez um pouco de tudo na televisão brasileira. Ainda criança, o intérprete do Ricardinho, de “Vitória” – atual folhetim da Record –, apareceu como cantor em shows de calouros no “Programa Raul Gil” e no “Programa Silvio Santos”. “Era uma daquelas crianças prodígio, como falavam”, diverte-se ele.

A desenvoltura diante das câmeras, exibida nas várias campanhas publicitárias que fez ao longo de sua infância e adolescência, o levou direto para a atuação. Do convite para uma peça de teatro, logo surgiram propostas para atuar na televisão. Por isso, o ator e sua família se mudaram de São Paulo para o Rio de Janeiro atrás de novas oportunidades. “Meu trabalho abriu um novo horizonte para a minha família. Fomos descobrindo coisas que não tínhamos acesso, tanto cultural quanto financeiramente”, relembra ele, que nasceu e foi criado na comunidade Guarani, na periferia de São Paulo.

Do primeiro trabalho na televisão, no dominical “Gente Inocente!?”, apresentado por Márcio Garcia e exibido pela Globo no início dos anos 2000, Leandro passou por uma temporada de três anos no “Sítio do Picapau Amarelo”. “Foi lá que aprendi tudo sobre televisão”, afirma o ator.

Levando a carreira musical em paralelo com a presença na teledramaturgia, o ator já acumula seis trabalhos na Record, emissora na qual entrou em 2006, para atuar em “Vidas Opostas”. “Tenho um prazer enorme em trabalhar aqui. Consigo bons papéis e tenho estabilidade, além de conseguir conciliar outros projetos”, valoriza. Em “Vitória”, novela assinada pela autora Cristiane Fridman, por exemplo, ele destaca o lado mais rural de seu personagem, o jóquei Ricardinho. “Aprendi muito, inclusive com os dublês. O respeito que eles têm com o ofício é uma coisa que quero levar para o resto da vida”, garante Leandro.

Preferências

O que falta na TV: Uma reciclagem. Novos formatos, produções que se arrisquem O que sobra na TV: Bobagem, futilidade e irrelevância Ator: Al Pacino Atriz: Penélope Cruz Cantor: Gugu Peixoto Cantora: Maria Gadú Novela preferida: “Vidas Opostas”, de Marcílio Moraes, exibida pela Record em 2006</MC> Vilão marcante: Nazaré Tedesco, interpretada por Renata Sorrah em “Senhora do Destino”</MC> Se não fosse ator, seria: Músico Filme: “Scarface”, de Brian de Palma, de 1983

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