Lewandowski não analisa pedido de liberdade e lobista segue preso

Preso na sétima fase da Operação Lava Jato, baiano é apontado por delatores do processo como operador do PMDB no esquema fraudes em licitação e pagamentos do propinas através de contratos da Petrobras

iG Minas Gerais |

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF ), Ricardo Lewandowski, entendeu nesta sexta-feira (23) que um pedido de liberdade apresentado à corte pelo empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, não era urgente. Por isso, determinou que o habeas corpus fosse enviado ao relator da Lava Jato, ministro Teori Zavascki, que decidirá sobre a liberação do preso a partir de fevereiro, quando o Judiciário retomar seus trabalhos.

Em sua decisão, Lewandowski ainda ponderou que instâncias inferiores da Justiça ainda não se posicionaram de forma definitiva sobre pedidos de liberdade feitos pelo empresário, por isso, sequer analisou os argumentos da defesa de Baiano.

Em novembro, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou outro pedido de Fernando Baiano para aguardar o julgamento em liberdade. Preso na sétima fase da Operação Lava Jato, baiano é apontado por delatores do processo como operador do PMDB no esquema fraudes em licitação e pagamentos do propinas através de contratos da Petrobras.

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