Mais da metade impede acesso

Segundo o pesquisador, nenhum país analisado apresentou uma melhoria exponencial em relação aos anos anteriores

iG Minas Gerais | Litza Mattos |

Do total de 65 países analisados, 19 foram considerados livres; 31 parcialmente livres; e 15, não livres. Mas, de acordo com a pesquisa, de todos os estudados, 36 seguem uma trajetória negativa no que tange à liberdade dos usuários na internet.

“Se olharmos os países da América Latina que mais sofrem restrições hoje, podemos citar México, Venezuela, Equador e, em uma situação mais drástica, Cuba. Lá, os filtros são estabelecidos dentro de uma política de Estado que impede que o cidadão cubano tenha livre acesso à internet, restrição no uso de redes sociais e de navegação e criação de blogs”, aponta o professor de direito internacional Fabrício Bertini.

Segundo o pesquisador, nenhum país analisado apresentou uma melhoria exponencial em relação aos anos anteriores. “Vietnã, Arábia Saudita e China são sempre criticados, por incriminar, aprisionar ou perseguir diferentes formas de pensamento e manifestação e pela criação de obstáculos e filtros que impedem a utilização. É a ‘chinesificação’ do acesso à internet”, diz. 

 

 

 

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