Medicina na UFMG tem a sexta maior nota de corte no Sisu

Pontuações podem sofrer mudanças até quinta-feira

iG Minas Gerais |

Brasília. O curso de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) registrou a maior nota de corte, 868,98, no primeiro dia de inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

A Universidade Federal do Pará (UFPA) está em segundo lugar entre as notas de cortes mais altas – 858,13 até a 0h do primeiro dia de inscrições. A Universidade de Brasília (826,54), a UFRJ (821,64) e a UFPR (821,53) vêm em seguida.

A UFMG e a Ufop vêm, respectivamente, em sexto e sétimo lugares, com as notas 809,32 e 809,11, enquanto a UFSJ, de São João del Rei, tem a menor nota de corte entre as federais (733,70).

Direito. Um dos mais procurados pelos estudantes, o curso de direito que teve a maior nota de corte no primeiro dia de inscrições foi o da UFF, no Rio de Janeiro. A nota mínima para ser aprovado na instituição é 827,37. A UFMG aparece na décima posição, com 773,14 pontos.

A nota é de ampla concorrência, ou seja, não inclui cotistas. As notas de corte deverão ser atualizadas durante a madrugada e podem sofrer alterações até o último dia. A primeira chamada regular será divulgada no dia 26 de janeiro.

Como aumentar as suas chances

Acompanhe diariamente.

As notas de corte podem mudar durante o período de inscrições. O balanço é sempre anunciado às 2h e vale para o dia todo. Como as notas dependem das vagas e do total dos candidatos, acompanhe sua colocação na lista de quem concorre no curso inscrito até o final do processo.

Veja novas possibilidades.

Se sua nota de corte estiver muito distante da nota de corte, analise outras possibilidades.

O candidato consegue ter uma noção de quais são suas chances para ocupar determinada vaga pela classificação parcial – que pode ser consultada durante o período de inscrição.

Rede de proteção a vítimas São Paulo. Um grupo de professores, advogados, médicos e ativistas iniciou nesta terça uma rede de proteção para ajudar vítimas de violência sexual, assédio ou qualquer outro tipo de prática de violação aos direitos humanos. O documento, lançado na internet, recebeu cerca de cem assinaturas. O objetivo da rede, inspirada em um sistema das universidades norte-americanas, é cobrar dos dirigentes das universidades e dos órgãos competentes a apuração de todos os casos, além de oferecer assistência jurídica às vítimas. O grupo foi criado após diversas denúncias feitas na CPI das universidades.

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