Mais revelações que seus antecessores

Daqui para frente, os astrônomos já têm o caminho todo mapeado. A ideia é que o K2, assim como seu sucessor, o satélite Tess, que deve ser lançado em 2017, descubra mais alvos promissores

iG Minas Gerais | Da Redação |

Monitoramento. O satélite Kepler passou quatro anos monitorando cerca de 150 mil estrelas
NASA/Kepler Mission/Wendy Stenze
Monitoramento. O satélite Kepler passou quatro anos monitorando cerca de 150 mil estrelas

A missão original do Kepler, quando ele foi projetado e lançado, não era exatamente encontrar planetas a serem estudados. Como a quantidade de planetas conhecidos ainda não era tão expressiva, o objetivo principal do satélite era obter descobertas suficientes para formular um censo da distribuição dos planetas pelo Universo.  

Com isso, ele passou quatro anos monitorando cerca de 150 mil estrelas ininterruptamente, e o sucesso do empreendimento foi notável. O Kepler já descobriu sozinho mais planetas que todos os outros esforços e projetos de seus antecessores.

Daqui para frente, os astrônomos já têm o caminho todo mapeado. A ideia é que o K2, assim como seu sucessor, o satélite Tess, que deve ser lançado em 2017, descubra mais alvos promissores. E, se de toda essa amostra de novos mundos for encontrada uma atmosfera rica em oxigênio, a teoria de que a Terra não é a única com vida no universo poderá ser comprovada. 

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