Em MG, há casos não julgados

O secretário de Fazenda José Afonso Bicalho é réu na ação do mensalão tucano em dois processos que ainda não foram julgados

iG Minas Gerais |

São Paulo. Boa parte do primeiro escalão do novo governo Fernando Pimentel também já deveria ter sido submetida a julgamento por improbidade ou crimes contra a administração pública, segundo os critérios do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O secretário de Estado, Marco Antônio Teixeira, é processado desde 2010 por suspeita de fraude em licitação pública e desvio de recursos, na implantação de câmeras de vigilância, causando prejuízo de R$ 5 milhões.  

Ele responde também em outro processo por improbidade por suspeita de desvio de recursos na construção de casas populares, caso em que divide o banco dos réus com o atual secretário de Obras, Murilo Valadares.

O secretário de Fazenda José Afonso Bicalho é réu na ação do mensalão tucano em dois processos que ainda não foram julgados. Já o secretário de Cultura, Angelo Oswaldo, responde desde 2009 por improbidade por suspeita de má aplicação de recursos em obra na época em que era prefeito de Ouro Preto. Todos alegam inocência.

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